Raphael Rios cobra soluções digitais e tecnologia para melhorar serviços públicos

Com o rápido avanço da tecnologia, as cidades precisam estar cada vez mais conectadas, acompanhando e empregando inúmeros benefícios que essas ferramentas proporcionam tanto à qualidade de vida cidadão quanto ao desenvolvimento econômico e social. No uso da tribuna na última terça-feira, dia 12, o vereador Raphael Rios destacou exclusivamente o seu tempo regimental às chamadas “smart cities”ou “cidades inteligentes”.

 

O projeto consiste na elaboração de modelos de planejamento e regulação urbana, simplificação dos serviços públicos ao cidadão, menos burocracia, agilidade, ampliação de cursos profissionalizantes e de capacitação para diversas atividades produtivas, com foco no empreendedorismo e desenvolvimento de habilidades por parte da população.

 

Uma cidade inteligente é aquela que se desenvolve com sustentabilidade e que atende melhor as necessidades do cidadão. A iniciativa tem como principal objetivo adotar ações que tornem o município conectado, integrando todas as áreas, a fim de acelerar o desenvolvimento econômico, a melhoria da qualidade de vida da população e economia de dinheiro público.

 

E essa realidade já está presente em municípios da nossa região, como Uberaba e Uberlândia, que ficaram entre as melhores classificadas de Minas como Cidades Inteligentes em 2019, perdendo apenas para a capital Belo Horizonte, e entre as 60 melhores do Brasil.

 

Raphael Rios defendeu que Araxá precisa se organizar para poder se transformar em uma cidade inteligente, envolvendo o Poder Público, a iniciativa privada e a população.

 

A Prefeitura de Araxá disponibiliza poucos serviços digitais como a emissão de certidões negativas de débito (caso o contribuinte não tenha pendências) e a emissão de IPTU e débito da dívida ativa. Em outros casos, o cidadão precisa deslocar-se ao balcão da prefeitura, alguns deles por várias vezes, para resolver alguma pendência ou solicitação.

 

Diversos municípios já facilitaram serviços ao cidadão por meio da tecnologia (sites e/ou aplicativos) como emissão de alvarás, taxas públicas, protocolos, cadastros de Micro Empreendedor Individual (MEIs), demandas como podas de árvores, limpeza urbana, trocas de lâmpadas, sinalização de trânsito, entre outras.

 

Raphael Rios apresentou exemplos de bons projetos implantados em outras cidades como acompanhar em tempo real o itinerário do transporte público pelo site da Prefeitura, sensores que indicam estacionamentos rotativos disponíveis, agendamentos de consultas médicas por aplicativos, educação digital nas escolas (robótica e programação) e ampliação da iluminação pública em LED.

 

“Precisamos incentivar as iniciativas inovadoras que vão propor melhorias para toda a cidade, combater a corrupção, diminuir os gastos públicos e executar uma gestão bem mais eficiente ao cidadão. A administração municipal deve incentivar startups e novos empreendimentos que usam a tecnologia como diferencial”, destaca Raphael Rios.

 

Enfim, o Ranking das Cidades Inteligentes, que é feito anualmente, define 11 eixos que podem ser desenvolvidos para transformar uma cidade tecnologicamente – “Mobilidade e Acessibilidade”, “Urbanismo”, “Meio Ambiente”, “Energia”, “Tecnologia e Inovação”, “Economia”, “Educação”, “Saúde”, “Segurança”, “Empreendedorismo” e “Governança”.

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